Fragile Arm

24 06 2007

Bem, o Fragile Arm existe a…bem, existe a 1 ano? não? então certo. 2 anos? não? então certo, O Fragile Arm (criado pelos jovens “miu” e Caio) existe desde os tempos do Orkut.

O projeto começou em 2005, mas só começou a ser notado em 2006, um ano de várias surpresas, desde o inicio, com a saída de Caio.

Me lembro que descobri a banda na comunidade de Shoegaze do Orkut, e início de 2006, eram tempos estranhos pra mim, as coisas eram menos populares e mais mentirosas(se ainda não são, tanto é que eu nem ouvia muito shoegaze) mas o Fragile (para os mais íntimos) quebrou esse tabu.

A banda lançou em 2006, o disco independente This Shinning Youth Days Are Running Faster, que se foi não foi compreendido pela sociedade moderna, pode ser degustado pelos ouvidos por certos sortudos (como eu), o disco mostrava uma mistura homogenea dos climas soturnos e ecos dos anos 80, com a tensão dos anos 90 e a modernidade dos atuais anos 2000. O disco beirava o Indie Rock moderno e ia até o Shoegaze.

A partir daí foram, o Fragile começou a ter pequenas entradas no mundo da música, desde a aparição na MTV por 20 segundos no programa Ya!Dog, até matérias na revista Loaded. Mas mesmo assim, a banda ficou meio invísivel, mas mesmo assim muito acontecia nas internas.

Chegaram em 2007 com o single Missing do novo disco Waiting The Man Of Sorrows lançado pela Midsummer Madness. Um album bem diferente do fabuloso “This Shinning Youth Days…”, pois é tão fabuloso quanto.

Em 1 ano, é muita coisa para uma banda, que espero que consiga transformar as pequenas passagens em viagens diarias.

Guerra





The Young Knives – Voices Of Animals And Men

17 06 2007

The Young Knives - Voices Of Animals And Men
The Young Knives – Voices Of Animals And Men
(Transgressive Records)

Via internet, comprei esse cd dia 3 de Outubro. Via vida normal, ganhei esse cd dia 17 de Janeiro. E confesso que valeu cada dia.

O Young Knives é uma banda inglesa, de uma cidade chamada Oxfordshire, são totalmente injustiçados aqui no Brasil, na Inglaterra já são bastante famosos, mas tambem são injustiçados porque foram infelizmente, colocados no grupo do “novo” rock. Algo que não tem nada a ver com esse disco, até porque é muito mais. Quando chegou esse cd aqui em casa, ouvi inteirinho e me maravilhei com as autencidades e genialidades da banda, mas só hoje, após de ouvir milhões de vezes vou fazer a resenha.

Botar esse cd no PC/Som (ou apertar o botãozinho do iPod) já nos surpreendemos com a guitarra fuzz de “Part Timer” e com umas vozes que lembram, o hoje imitavel, Freddie Mercury, o mais impressionante dessa musica é que ela apesar de não ser, os falssetos, os “uuuhhh” e a batidinha deixam a música com um tom cômico nunca visto antes. A coisa continua com “The Decision”, os falssetos e a voz irônica transformam essa música numa mistura de rural, cômico, anos oitenta e, mais uma vez, Freddie Mercury. No final vem uns “pa-pa-parara” misturado com as “vozinhas” já conhecidas (em apenas 2 músicas!), dá pra ver que o grupo é bom.

“Weekends & Bleakdays” foi a primeira música que ouvi deles, e me maravilhei, o riff repetitivo que desagua num pré-refrão pós-punk para depois entrar no refrão mais pegajoso de 2006/2007/2008/2009/2010, “Hot Summer, Hot-Hot Summer”, e a banda parece não ter medo…pois repete isso várias vezes.

Em 3 músicas a banda já conseguiu mostrar que é engraçada, “queeniana”, roqueira e até um pouco garageira.

“In The Pink” é uma música que, assim como “The Decision”, é meio calminha, com uma batida original e a música vai em, incrivelmente, um clima medieval, até porque a letra me parece ser algo parecido, o refrão é a marca do disco, vozes agudas em algo que gruda e não sai mais, só ouvindo para você me entender.

“Mystic Energy” é minha preferida deles, apesar de ser a que mais se enquadra nesse padrão do “novo rock”, a música começa calminha para entrar em uma sequência genial de acordes, com certeza uma das melhores do ano, energética e dançante ao mesmo tempo, não duvido que isso seja coisa do produtor desse disco, o “ó do borogodó” Andy Gill, guitarrista altamente influente do Gang Of Four, a letra é algo bem curioso, li ela mas ainda não entendi, só sei que ele esta sentindo energia mística. “Here Comes The Rumour Mill” é algo que lembra, estranhamente, ao mesmo tempo The Darkness, Gang Of Four e Blur. A guitarra semi-fuzz (se é que eu posso chamar assim) volta a ativa, e surpreende no seu solinho, e na incrivel passagem do pré-refrão para o refrão, enquanto isso, os caras falam sobre como o sistema de engana de todos os jeitos.

Depois de tanta (boa) porrada, mas uma vez os Young Knives surpreendem, “Tailors” é uma música acústica e incrivelmente soft, poderia entrar tanto numa colêtanea de Indie Pop, quanto numa de MPB anos 70. O refrão vai no padrão YK, vozinhas agudas, batidinha pegajosa. Lembra as vezes uma música gospel, as vezes as músicas mais calma de Cat Power e Tom Jobim. “Half Timer” é um blues que consegue dar de mil em um bando de bandas que tocam esse genero hoje em dia, as vozes dão um show a parte, enquanto uma (que é bem britanica) fala como se estivesse conversando, uma voz sofrida repete um verso amigo.

“She’s Attraced To” acaba com todo o climinha, um baixo repetitivo e umas guitarras dissonantes ala Gang Of Four dão o tom da majestade, realmente, essa junta com “Mystic Energy” poderia entrar facilmente no grupo de bandas novas, com certeza junto com “Weekends & Bleakdays” são os hits. ”Dialing Darling” faz um vai-e-volta, começa garageira para virar algo calmo e rural e voltar a ser garageira, depois disso tudo, entra em algo britânico e oitentista enquanto uma voz irônica, logo depois um solo mal-feito para virar garageira de novo e acabar estranhamente. Ufa…

“Another Hollow Line” é A música pop, é calmas, mas não é lenta, se daria bem desde do country até o britpop, lembra um pouco as músicas mais pop do Blur no inicio da carreira. “Costguard” vai em um clima bem diferente, ela é tocada e cantada de um modo tenso e o refrão nervoso é algo que só aumenta isso, é impressionante a forma em que os três Young Knives conseguem dividir e usar MUITO bem os vocais, tudo parece ser muito bem combinado, todas as músicas tem uma atmosfera definida, e tocada e cantada de um modo original. ”Loughborough Suicide” é algo que muito dificil de explicar, a música é cantada de um jeito estranho e o refrão é algo meio Bruce Springsteen britânico (?), o que deve ser meio impossivel até porque o BRUCE SPRINGSTEEN ERA TOTALMENTE AMERICANO. Enquanto isso os backing vocals conversados vão paralelamente a música, deixando ela mais estranha, algumas as vezes “Loughborough Suicide” consegue soar satânica, uma das melhores músicas do album. “Tremblings Of Trials” é meio oitentista e vai indo normal até chegar ao refrão que mistura um clima medieval e gospel impressionante. 

Os Young Knives, junto com o The Rapture, fizeram os melhores albuns de 2006, sabe porque? porque as músicas conseguem atingir atmosferas e climas que nenhuma banda jamais conseguiu fazer. Basta você ouvir “Tailors”, “Loughborough Suicide” e ”Tremblings Of Trials” são músicas que passam algo nunca visto antes, misturam tudo várias coisas que dão em algo que não precisa de muita técnica para fazer, por exemplo, nessas três músicas, não há solos, e não duvido dizer que não tem no maximo 7 acordes a música inteira.

Parabens Young Knives, alem de vocês conseguiram dar atmosferas incriveis, terem 3 cantores geniais, misturarem blues, britpop, garage rock e pós-punk no mesmo album. Conseguiram fazer eu falar The Rapture e Bruce Springsteen no mesmo texto.

Por Guerra

 





Autoramas – Teletransporte

17 06 2007

Autoramas Teletransporte
Autoramas – Teletransporte (Mondo 77)

Confesso que queria ser o Gabriel Thomaz; famoso na cena independente brasileira, amigo de todo mundo, contrato com todos os selos do mundo, seu nome ja é falado mundo afora, recebe demos e cds de graça e o melhor de tudo, tem uma banda fodona.

Me lembro que a primeira fez que eu ouvi Autoramas, foi a música “Nada A Ver” que na epoca não tinha Nada A Ver com o que eu estava escutando, logo depois veio a chatinha “Você Sabe”, essa até hoje é a mais chata deles mas foi graças a ela que eu reouvisse esse seleto grupo, que me fez comprar por meros 20 reais, um disco que vale desde a capinha até a ultima música, sem perder a qualidade a nenhum instante.

Dois (ou três) anos depois, eu ouço essa perola do Rock, que, se não fosse essa falsidade da cultura, estaria numa Billboard brasileira, em exato 67º lugar.

O disco começa com “Mundo Moderno” que é basiquinha, rock bem Autoramas; guitarrinha surf-rock num riff garageiro e com uma letra legal, “tem gente que nasceu pra ser obediente” talvez seja a frase desse semestre, apesar da música já existir a séculos. Logo depois vem “Fazer Acontecer” que é eu diria…uma evolução no som deles, uma batida house, efeitos “space ala Man Or Astroman?” e uma surpresa, guitarras funky no meio da música, a música apesar, peca na letra que parece soar um pouco artifical

“300 Km/h” é uma balada que, falando sério, entraria fácil nas rádios brasileiras, e não tenho medo de falar que seria primeiro lugar, o que eu vou falar é medonho mas acredite…essa música realmente parece as do grupo de pop rock mas que era genial quando era ska Skank.

“Marketeiro”, essa música é com certeza, uma das melhores músicas nacionais que eu já ouvi na minha vida. Começa um surf-rock genial, para cair em um riff que lembra muito os temas do Batman, o refrão é algo a parte, combina totalmente com a atmosfera da música (“Marketeiro, só você pode me salvar”) e totalmente chiclete. Não precisa nem ouvir 30 segundos pra dizer que é otima. “Hotel Cervantes” que vem seguinte, primeiro single tem um clima bolero com um surfzinho otimo.

Sem perder o ritmo, “Já Cansei de Te Ouvir Falar” é a música comercial do disco, cantada pela iniciante Simone, a música tem um riff esperto, acordes basicos, solinho maneiro e uma letra irônica, agrada mas não dispara. “Identificação”, assim como “300 Km/H” é outra otima baladinha, esta tem uma grande presença da Jovem Guarda, mostrando porque o Gabriel Thomaz é um dos integrantes do “Lafayette & Os Tremendões”, o refrão, assim como a maioria do disco, é totalmente chiclete, otima música para temas de novela, sem querer tirar a qualidade dela.

“Surtei” volta a dar o ar pesado a banda, e acredite está musica que lembra muito os do Nirvana, tem um dos refrões mais geniais da música. A música começa calmissimaa falando sobre um relacionamento já no final, até as guitarras explodirem e a coisa ficar pesada no tal refrão “Surtei, e daí? Agora Foda-se!” e depois indo para um solo gigante, tudo a ver com tudo meu amigo. “Eu Mereço” e “Muito Mais” são músicas parecidas, ambas com um riff garageiro mas diferentemente, a primeira acaba caindo em uma melodia pop-rock britânica, lembrando grupos modernos como o Kooks, a segunda mantem um clima sombrio, contando histórias sobre a realidade urbana.

Faixa 11, música “Digoró”…A LETRA MAIS GENIAL, A MÚSICA MAIS BEM TRABALHADA DO ROCK BRASILEIRO. A história fala sobre um garoto drogado, “Digoró” que acaba roubando uma nave espacial e destruindo coisas, e enquanto isso varías coisas vão acontecendo durante a cidade no qual acontece a crise: guerra de gangues, explosão de camburões, tudo isso é contado de uma forma como se alguem estivesse contando uma história de terror. A melodia só ajuda na música, mantendo um ar sombrio, a música acaba surpreendendo a todos, com gritos e berros e uma batida hardcore, completando de modo perfeito a música. Mil vezes melhor que as músicas teatrais da Blitz.

Após 11 faixas que conseguem ser ótimas sem perder nada, chegando até em dois momento soando clássicos do rock. Acaba perdendo um pouco de força nas ultimas três faixas, apesar de não serem ruins! “Panair do Brasil” é uma música instrumental que consegue misturar perfeitamente o “surf”, o “pop”, o “rock” tudo isso acompanhado de um orgãozinho fantastico feito por Lafayette, “O Inesperado” é um pop-rock bem simples, entraria facil e faria sucesso em “novelas” como Malhação. Por final, vem “Guitarrada” mostrando a qualidade de Gabriel como músico, compositor e guitarrista, incriveis habilidades com a guitarra são mostradas nessa música e um violão espanhol no fundo com pequenas experimentações. Acho que por isso o nome estranho da música.

Antes de tudo, eu queria falar para a Mondo 77, que se ela fosse uma gravadora grande, estaria com dois hits nas rádios brasileiras (“300 Km/H” e “O Inesperado”) e dois clássico do rock (“Marketeiro” e “Digoró”). Mas de qualquer jeito, vocês (da Mondo) podem ficar felizes, pois ja garantiram 20 reais meus.
Um beijo e um queijo pros filhos,
Guerra





Fluorescent Adolescent

17 06 2007

Fluorescent Adolescent
por Arctic Monkeys

a música esta presente no disco “Favourite Worst Nightmare”

Penna





The Sessions

16 06 2007

Ouça e diga o que achou:

The Sessions

o The Sessions é uma otima banda de rock dançante, com influencias perceptiveis da New Wave e do Indie Rock de hoje em dia feito por bandas como Franz Ferdinand e Bloc Party. os caras já tem um prestigio no cenario canadense, e esta lançando o primeiro album que parece ter uma boa perspectiva. Se você procura algo original, chegue longe desses caras, mas se quer uma boa coisa para dançar sem ficar apelando para eletrônica, esse rock cai bem em qualquer festa. Fique ligado em “Dirty Lovers”

www.thesessions.ca
www.myspace.com/thesessionsmusic

Guerra





Rotulando o Indie Rock

16 06 2007

Sim, depois de um tempo eu escrevo aqui TODOS OS ESTILOS DE INDIE ROCK, vê se agora rotula direito!

Lá vai:

  •  o Garage Rock Revival é som do “rock and roll” dos anos 60, a maioria das bandas que são desse subgenero tem um grande influencia do Delta Blues (ex. Strokes, Von Bondies, White Stripes, Eagles Of Death Metal)
  • a Indietronic é descendente da New Wave e do Eletropop, ela mistura o Pop, com o Indie e com experimentalismos eletronicos (ex: The Postal Service, The Notwist, Dntel, Hot Chip)
  • Baroque Pop é um folk rock dos anso 60 misturado com o experimentalismo, como por exemplo, a inclusão de uma orquestra na musica. (exemplo: Arcade Fire, The Decemberists)
  •  o Disco Punk é a mistura perfeita da New Wave com o Punk Rock, adicionando as vezes um pouco de Funk dos anos 70 (ex: LCD Soundsystem, !!!, Out Hud, Radio 4, Rapture)
  • o Indiecore é a mistura do Hardcore, Indie Rock, Screamo e Eletronica. O estilo mistura “noise-guitars”, batidas pesadas, baixo vindos do Funk, vocais gritados e sintetizadores. Algumas bandas desse subgenero incluem Rap nas musicas (ex. Test Icicles, BYOB To Hell, Be Your Own Pet)
  • Twee Pop que mistura doces melodias e, tambem, doces letras. A sonoridade é a partir de guitarras leves, vocais femininos e, as vezes, instrumentos de criança (ex. Camera Obscura, Belle & Sebastien, Architecture In Helsinki, Tully Craft, Girls in Hawaii)
  • Psych Folk(ou Freak, ou New Weird America) é um estilo que mistura o Folk dos anos 60, com as bandas psicodélicas tambem dos 60 (ex: Devendra Banhart, Brightblack Morning Light, Iron & Wine, Six Organs of Admittance, Animal Collective)
  • a Nugaze é uma Shoegaze em que abusa dos sintetizadores mais do que das guitarra propriamente. (ex> Sigur Rós, M83, Scarling)
  •  o Post-Punk Revival, o mais conhecido dos subgeneros. O estilo mistura as guitarras do punk,”riffs” vindo de bandas como Television e Gang Of Four, os teclados da New Wave, algumas vezes, eletronica. Tudo isso criado através de uma “melodia” Pós Punk. (ex. Bloc Party, Franz Ferdinand, Futureheads, Interpol etc)
  • o Sadcore (ou Slowcore) é o Rock Alternativo com batidas lentas e letras tristes, se confundi muito com o Indie do final dos 80. (ex: (Smog), Low, Galaxie 500, Bedhead, Pedro The Lion)
  • o Madchester foi um estilo que misturava Indie Rock, Dance Music e Pop Psicodelico. Graças ao estilo, varias bandas do Britpop foram formadas. As letras do estilo eram muito influenciado pelas drogas sintéticas, que estavam surgindo pro mundo (ex. Happy Mondays, Stone Roses, The Inspiral Carpets, A Guy Called Gerald)
  •  o Britpop é um estilo que mistura quase toda a história do rock britanico. Desde a British Invasion (Rolling Stone, Small Faces etc) passando por bandas de Punk Rock como Buzzcocks e Wire, até chegar em Stone Roses e Happy Mondays, é por isso que varias bandas desse estilo são bastante diversificadas e “ecléticas”. (ex. Supergrass, Blur, Oasis, Pulp)
  • o Math Rock é a mistura de Riffs Dissonantes, batida diferentes (7/8. 11/8 ou 13/8 por exemplo). O Math Rock é um estilo tão complexo, tão complexo que mistura Rock, Metal, Progressivo e até Punk! (ex: 1.6 Band, Bellini, Creedle, Braid, Inlantic. The Jesus Lizard, Surrogat)
  • Dunedin Sound é um tipo de Indie Pop diferenciado, ele usa guitarras “jingly-jangly”, baixo repetitivo e algumas vezes bateria. Algumas bandas de Punk Rock ja usaram esse tipo de estilo (ex. Superette, Garageland, The Bats e 3Ds)
  • a Shoegaze mistura guitarras noise e distorcidas e batidas lentas, com fortes riffs. O clima das musicas de Shoegaze são parecidos com o do Pop dos anos 80, só que mais sombrios. (ex. Ride, Slowdive, My Blood Valentine)
  •  o Noise Pop mistura a atitude do Punk Rock com noise, ecos e coisas que são bastante encontradas no universo Pop dos anos 80 (ex. The Jesus & Mary Chain)
  • o Post-Rock é o estilo, que eu diria, o mais alternativo de todos, o Post-Rock mistura Rock e Jazz flertando a Eletronica, tudo isso num clima Ambient (ex. A Silver Mt. Zion, Do Make Say Think, Fly Pan Am)
  •  o Lo-Fi é mais um tipo de gravação que propriamente um estilo, a gravação do Lo-FI é tão fetida como o coco do seu cachorro, são tão baixos os bit-rate que não da pra diferenciar quase nada. A maioria das bandas de Lo-Fi mistura guitarras altamente distorcidas. (ex: inicio do Portishead, Guided By Voices)

Por Guerra